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A Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD) foi sancionada em Agosto de 2018, e desde então, tem gerado alguns questionamentos, principalmente no âmbito da saúde, onde as informações pessoais dos pacientes são consideradas sensíveis pelo teor do conteúdo. Mas o que tem a ver a LGPD para clínicas de ultrassonografia?

Com o aumento do roubo de dados, a lei surgiu para frear esses ataques e dar mais liberdade aos titulares de saberem como seus dados são tratados e se estão armazenados de maneira segura. Desse modo, é possível pedir atualizações ou exclusão dessas identificações, caso não se sintam seguros.

No entanto, você, que faz a gestão da clínica de ultrassonografia, já sabe os efeitos que a LGPD trará e, ainda mais, como se adequar às regulamentações definidas? Ainda não? Então acompanhe este post até o final e descubra sobre o assunto para não ser penalizado futuramente.

 

Como a LGPD afeta as clínicas médicas?

Toda clínica faz o registro dos seus pacientes com dados pessoais e sensíveis. Por isso, a LGPD estabelece algumas normas com referência a esses armazenamentos e tratamentos. As determinações são várias, a começar pelo consentimento ou do livre acesso dos usuários para editar ou excluir seus dados.

 

Qual é a relação entre a LGPD e as clínicas de imagem?

Em clínicas de imagem, há um alto volume de informações sensíveis e particulares solicitadas para coletar os exames de forma correta e para personalizar todo o atendimento.

Essa personalização é uma das estratégias de Marketing mais utilizadas, tanto para saber as dores e problemas dos pacientes quanto para traçar estratégias para medicina preventiva, tentando fidelizar as pessoas ou as fazerem retornar quando necessitarem de novos exames.

No entanto, toda essa estrutura de identificações pessoais, sofrerá algumas alterações para que fiquem de acordo com a LGPD. Isso porque, a legislação dá o direito dos titulares terem seus dados seguros, assim como saberem quando são tratados, para que, qual a duração e, ainda, reivindicarem o uso no momento ou posteriormente.

 

De que forma fazer a adequação da LGPD para clínicas de ultrassonografia?

Na tentativa de ajudar as clínicas de ultrassonografia a se adaptarem às novas normas, separamos iniciativas para dar os primeiros passos no processo de compliance. Confira as principais abaixo:

 

Organize sua base

É comum que antes da LGPD haja um acúmulo de dados, até mesmo mais antigos e sem necessidades de uso. Assim, faça um levantamento de todos os clientes, colaboradores, parceiros e de quem tem seus dados tratados, para organizar por meio da solicitação de autorização e de categorias de monitoramento.
 

Proteja a privacidade dos dados

Depois de obter o consentimento, a segurança dos dados deve ser o foco do negócio, pois caso haja vazamentos de informações, pode afetar e muito, a imagem da clínica. Por isso, algumas sugestões são usar sistemas com criptografia de dados e backups periódicos. Utilizar ainda, controle de quem tem acesso às informações, detecção de vulnerabilidade e garantia de conexões seguras.
 

Seja transparente

A transparência é um dos princípios que regem a nova lei. Isso significa que devem ser dadas explicações sobre como o material será guardado e para que finalidade, assim, além de estar em conformidade com as regras, é possível ganhar a confiança dos clientes.
 

Treine seus funcionários

Uma clínica de imagem é composta por vários funcionários, que precisam entender o que é necessário ser feito antes, durante e depois da coleta de dados. Ninguém da equipe pode ficar sem saber da responsabilidade de estarem em contato com identificações pessoais. Principalmente dados sensíveis e sigilosos dos pacientes, além da necessidade de garantir a segurança desses arquivos.
 

Nomeie um controlador de dados

Lidar com todo esse conjunto de dados não é uma tarefa simples, portanto, exige um responsável para essa função, que seja capaz de controlar tudo. A LGPD prevê que as instituições, sem exceção, escolham um controlador de dados para tirar dúvidas. Além disso, deverá tomar decisões, orientar o time, aceitar comentários e reclamações dos titulares e movimentar ou excluir o que for crucial.

A adequação da LGPD para clínicas de ultrassonografia é uma realidade cada vez mais próxima. Com as novas normas para coleta, tratamento e armazenamento de identificações pessoais, não há como o setor ignorar a situação. Por isso, comece a colocar em prática todas as dicas dadas neste post.

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