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Como você coleta e armazena os dados dos seus pacientes? Essa preocupação pode parecer bobagem, mas até 2021 é preciso fazer a adequação da LGPD para consultórios de dentista. Esse assunto deve ser levado a sério, afinal, trata-se de uma nova legislação que impactará o dia a dia do seu negócio.

Como o setor odontológico utiliza muitas informações, inclusive as sensíveis, como estado de saúde dos pacientes, a rotina dos profissionais precisa sofrer algumas alterações para seguir as regras da Lei Geral de Proteção de Dados, sem sofrer punições.

Essas mudanças tornarão os dados do público muito mais seguros e garantirão a privacidade dos clientes. Para saber o que deve ser feito e como realizar corretamente, acompanhe este artigo até o final e descubra!

 

Por que a LGPD afeta os consultórios odontológicos?

O objetivo da Lei Geral de Proteção de Dados é impedir com que as empresas utilizem de forma indiscriminada ou compartilhem identificações pessoais e sensíveis das pessoas, inclusive menores de idade, sem a devida autorização delas.

Nesse sentido, um consultório de dentista sempre registra as informações importantes dos seus pacientes, e deve ter um cuidado redobrado com elas, por se tratarem de um conteúdo sensível. Além disso, é estritamente proibido usá-las para ações de marketing ou para enviar às outras empresas, sem o consentimento dos titulares.

Em resumo, a LGPD regulamenta como serão as coletas, proteção, finalidade e outros aspectos referente aos dados, dando total poder aos titulares de não terem as suas informações acessadas por qualquer um, sem que ele saiba.

 

Como fazer a adequação da LGPD para consultórios de dentista?

A implementação da LGPD exige algumas adaptações nas clínicas odontológicas para entrar em conformidade com às exigências estabelecidas. Veja, a seguir, algumas delas:
 

Cadastro dos pacientes

Todas suas ações na era da LGPD giram em torno da permissão do usuário. Por isso, ao solicitar os dados pessoais e sensíveis dos pacientes para o cadastro no consultório, é preciso requisitar com transparência, mostrando o que será coletado, para quais finalidades e se será compartilhado.

Para as crianças e adolescentes, fica a cargo dos seus responsáveis legais a autorização para a captação das informações pessoais. Nesse caso, quando a pessoa completar 18 anos, a concessão não é mais válida e será necessário pedir novamente e diretamente para ela.
 

Compartilhamento de dados

As condições clínicas de um cliente são sigilosas, e a lei prevê que a instituição é responsável por preservar esses dados. Sabendo disso, sempre que houver o compartilhamento com terceiros, como convênios de planos de saúde, é preciso obter o consentimento do titular, cabendo a ele negar, corrigir, cancelar ou excluir.
 

Métodos de proteção

Prontuários e fichas, ainda em papel, podem gerar problemas futuros para a organização responsável pela sua segurança. É possível alguém roubar alguma folha das pastas facilmente e vazar tudo o que está ali, colocando em jogo a questão ética e moral do consultório.

Isso sem mencionar exames a distância, como a telerradiologia, muito usada pela facilidade trazida à odontologia. Mas, com a aplicação da LGPD, é preciso ter mais cuidados para resguardar as informações dos pacientes e não haver nenhuma infração à legislação.

Para resolver isso, experimente adotar softwares ou até mesmo a nuvem com criptografia avançada, para proteger as identificações. Além disso, use a anonimização, muito útil para alguns casos, como segmentar. Essa prática torna um dado pessoal em não identificável, assim, expondo menos o indivíduo. Isso significa o uso dos dados para embasar suas estratégias, e sem correr riscos.

 

O que é preciso para começar a adequação?

Para que as adaptações aconteçam da melhor forma, é preciso contar com mais três fatores importantes. Saiba mais sobre cada um em detalhes a seguir:
 

Nomeação de um líder

Pela complexidade da adequação à LGPD, é necessário ter um líder para defini-lo no negócio. Deve ser uma profissional com conhecimentos plenos de todos os métodos e processos da empresa, além da própria lei, para que o planejamento e execução tenham bons resultados.
 

Mapeamento de processos e pessoas

Para valer as regras de coleta e processamento de dados, é essencial mapear os procedimentos do consultório para estabelecer uma nova metodologia de adaptação em todos os canais de captação de informações dos clientes. Porém, não se limite apenas aos seus pacientes, pois é preciso focar em outros públicos também, como funcionários e fornecedores.
 

Suporte jurídico

Como a obrigação surgiu recentemente, existem particularidades que demandam análises jurídicas para serem interpretadas e cumpridas corretamente. Dessa maneira, é possível evitar erros que geram prejuízos futuros, portanto, conte com um suporte especializado.

Com essas dicas, deu para entender como será a adequação da LGPD para consultórios de dentista? Esse regulamento terá uma aplicação ampla e ajudará os profissionais da saúde a garantir a segurança dos dados coletados, além de definir finalidades bem claras quanto ao seu uso.

Agora que você sabe como ficar em compliance com a legislação, entenda também sobre os impactos que ela pode causar no marketing. Para adequar sua empresa a essas mudanças, conheça nossa parceira Zemus – Segurança da Informação, uma empresa especializada em adequação LGPD, que poderá oferecer soluções para adaptar a sua empresa às novas mudanças.

 

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