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A LGPD (Lei Geral de Proteção de Dados) chegará em 2021 para mudar a forma como o setor de mercadologia atua, e trará muitos obstáculos para os profissionais elaborar as estratégias, pois deve dificultar o uso de informações pessoais. Mas como enfrentar os desafios do Marketing com a LGPD?

Devido à complexidade das adaptações, é necessário redobrar a atenção para alguns pontos. Isso porque a legislação prevê multas de 50 milhões até 2% do faturamento das empresas, sejam públicas ou privadas. Assim, é obrigatório entrar em compliance com as novas regras para manter o negócio no mercado. Para dominar a lei e atingir a conformidade, acompanhe este artigo até o final. Nele, mostraremos a desafiadora jornada de adequar-se à LGPD e como encarar de frente os reveses. Confira!

 

Como a LGPD impacta o marketing?

Dentre os 10 pilares da Lei Geral de Proteção de Dados, a transparência, livre acesso e o consentimento dos usuários, são estas as maiores dificuldades para o departamento de marketing. É uma enorme mudança, mas é possível ter resultados similares ou melhores aos anteriores e, ao mesmo tempo, ficar em congruência.

Sobre os principais princípios da lei, haverá três alterações importantes no processamento de dados: a necessidade de permissão dos titulares para coletá-los, o esclarecimento do que será feito com eles e o direito de a pessoa querer consultar suas informações, assim como removê-las ou revisá-las.

Mesmo que a adequação às normas exija investimento de recursos e tempo, as companhias precisam modificar toda sua operação para captação, armazenamento e tratamento dos dados para tarefas de comunicação. Caso contrário, podem levar punições com um valor alto, por isso, quanto antes pensar na adequação LGPD, melhor é para o caixa e imagem do negócio.

 

Como enfrentar os desafios do marketing com a LGPD?

Para responder positivamente todos esses desafios, existem algumas boas práticas para que os profissionais possam aplicar e usar a lei ao seu favor. Confira algumas delas a seguir:
 

Invista no interesse natural

Com intuito de obter a aprovação do consumidor, uma boa ideia é investir no interesse natural dos indivíduos com a marca. Quando um conteúdo é relevante e de qualidade, todas as ações levam a concessão para o uso de dados particulares. Assim, fica fácil entender as preferências do público e em total legalidade com a LGPD.
 

Mude a abordagem de consentimento

Além de pedir a permissão dos usuários, é preciso mudar a forma como isso será feito. Os textos de autorização são tão maçantes e gigantes, que levam às pessoas apenas a clicarem no box de aceitação automaticamente.

O problema disso é que afeta a empresa, pois se um cliente não conhece seus direitos pode trazer contratempos lá na frente. Por isso, elabore seus formulários com clareza e objetividade e, de preferência, com link para uma página com mais detalhes sobre os termos de privacidade.
 

Reestruture a segurança da informação em todos os níveis

O vazamento de dados é o mais perigoso para as organizações, pois acarreta em multas e pode prejudicar a imagem empresarial. Devido ao aumento de ciberataques, é necessário ter atenção maior com essa parte, reestruturando toda a infraestrutura de segurança da informação, para deixá-las muito mais seguras.

Nesse caso, manter os dados em um backup, nuvem ou em arquivo morto devem ser obrigatoriamente tratados e preservados igualmente a todos. Por isso, criptografe de forma que somente o consumidor final saiba a senha e todo o conteúdo seja inviolável. Assim, os próprios funcionários devem ter autenticação, bloqueio e restrições para o acesso.
 

Engaje os seus colaboradores

Os funcionários são aqueles que fazem a sua empresa funcionar. Por isso, quem lida com informações privadas deve ter conhecimento da sua responsabilidade e entender a dinâmica para tratá-las. Para resolver isso, organize um cronograma de educação e promova treinamentos.

 

Mas, afinal, a LGPD trará apenas desafios?

Apesar de a LGPD limitar o uso de dados, será muito benéfico para as companhias. Isso porque uma base de leads grandes não significa um número expressivo de conversões. Imagine ter 200 pessoas na sua lista, mas apenas 10 deram permissão para receber mensagens. Certamente, suas ações de ofertas serão direcionadas erroneamente.

Nesse sentido, a qualidade da segmentação será maior com a nova forma de tratamento das informações. Além disso, as relações de consumo serão mais profundas, pois o consumidor precisa confiar na empresa para conceder seus dados pessoais e sensíveis.

Enfrentar os desafios do marketing com a LGPD não é uma tarefa fácil, pois é preciso repensar todo o relacionamento com os clientes e leads nos mais variados níveis. No entanto, com essas dicas você estará preparado para dar os primeiros passos na adequação da lei.

 
Saiba mais sobre o assunto e acesse nosso conteúdo sobre como adaptar suas campanhas do marketing para LGPD. Essas são outras estratégias fundamentais para ficar em conformidade!

Para adequar sua empresa à LGPD, conheça nossa parceira Zemus – Segurança da Informação, uma empresa especializada em adequação LGPD, que poderá oferecer soluções para adaptar a sua empresa às novas mudanças.

 

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