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LGPD na saúde: como cuidar dos dados dos pacientes

Em tempos que os dados pessoais e sensíveis devem receber o dobro de atenção, o cuidado com a saúde dos seus pacientes já não é mais o suficiente. As clínicas e consultórios precisam se adequar à LGPD na saúde para cuidar dos dados dos seus pacientes também, para evitar problemas futuros.

Essas instituições mantêm bancos de informações com CPF, nome completo, estado de saúde, planos ou convênios vinculados, religião, formação, etc. Portanto, são suscetíveis a serem atacadas por terceiros que podem usar esses conteúdos para condutas ilegais.

Diante desse cenário, o que fazer para não deixar que situações de vazamentos e fraudes aconteçam? É justamente essa pergunta que vamos responder neste artigo. Que tal saber mais sobre como cuidar dos dados dos pacientes? Confira!

 

Treine sua equipe

Os responsáveis por lidar com os dados pessoais e sensíveis devem ter consciência sobre a responsabilidade que carregam ao manuseá-los e, sobretudo, se forem violados. Isso ajuda a garantir a privacidade e a proteção dos dados dos pacientes, pois os colaboradores entendem seus papéis na clínica ou consultório.

Para isso, faça reuniões ou um treinamento completo com todos aqueles que coletam e tratam os dados, principalmente se os sistemas forem automatizados. Isso porque exige uma atenção redobrada para não lançar informações erradas ou não ter cliques indesejados.

A segurança das informações dos clientes deve ser uma preocupação de todos os profissionais envolvidos nos mais diversos níveis de operação, desde a recepcionista que coleta dados para o agendamento, até os enfermeiros e médicos que sabem sobre o estado de saúde dos pacientes.

 

Controle o acesso aos prontuários e informações dos pacientes

Assim como é importante treinar aqueles que farão parte dos processos referentes aos dados, é necessário ter um controle sobre o acesso aos prontuários dos pacientes. Afinal, se todos os funcionários tiverem oportunidade para acessar, não será possível identificar quem foi o culpado por possíveis problemas de vazamentos de informações.

A solução é usar senhas e logins diferentes para cada um que manusear as informações dos pacientes. Através disso fica mais fácil identificar o último acesso antes de vazamentos. Ainda, cada um deve ter um nível de acesso, ou seja, as recepcionistas não precisam ter acesso aos prontuários para executar seu trabalho, e tal garantia é indispensável para o sigilo clínico.

 

Defina um responsável interno para segurança

A lei prevê que um profissional deve ser encarregado pela segurança dos conteúdos nos documentos. Esse profissional é conhecido pela ANPD (Autoridade Nacional de Proteção de Dados) como DPO (Data Protection Officer), ou em português, Encarregado de Proteção de Dados.

É essa pessoa que será responsável por fazer uma conexão entre instituição de saúde e pacientes quando quiserem se comunicar. A seleção pode ser feita como o negócio desejar. Assim, pode ser uma pessoa física, como a secretária, ou uma empresa terceirizada, que entenda do assunto.

 

Invista em soluções de segurança dos dados

Sistemas automatizados são as melhores formas de garantir a segurança. Eles precisam usar criptografias de ponta, para que os dados sejam codificados de modo que não possam ser lidos por terceiros.

Para complementar essa proteção, tudo deve ser armazenado em nuvem para permanecer em um servidor seguro, permitindo ainda o acesso de qualquer local, a qualquer momento, sem furtos ou qualquer incidente.

 

Faça uma política de privacidade

A política de privacidade é um instrumento público de implementação que estrutura a proteção de dados dos usuários, seja em um site, serviço ou sistema. Por isso, é fundamental para que os titulares entendam o contexto do tratamento das suas identificações.

Embora seja apenas um documento, o conteúdo contém todas as bases jurídicas para tratamento das informações, portanto, é muito importante para saber como cuidá-las. Assim, até mesmo seus colaboradores, saberão o que fazer em diferentes casos.

Agora você já sabe como a LGPD interfere na saúde e, sobretudo, como cuidar dos dados dos pacientes. Ao contar com as boas práticas, sua instituição está preparada para entrar em conformidade com as novas regulamentações.

Vale lembrar que este post é meramente informativo e não prestamos consultoria jurídica. Mas, se você quer entender sobre LGPD no âmbito do marketing, confira nossa série de conteúdos que contribuirão para seu aprendizado.

 

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